Sexo na praia

Cornos 1741

Somos da zona oeste de Portugal, temos 40 anos. O que vou relatar sucedeu de verdade. Em junho de 2015 alugamos casa de férias em Lisboa, na zona da caparica, a ideia eraa fazer praia. O que vou relatar aconteceu numa das manhãs em que resolvemos fazer uma caminhada para explorar aquele areal todo. Ao fim de passarmos varias zonas concessionadas, entramos numa zona menos frequentada, aí deparamo nos com nudistas, alguns atravessaram se á nossa frente, pareciam exibir-se . A Elizabeth só sorria, lembro que gracejou, tantos pavios curtos, eram só homens e alguns aparentavam ser gays. Adiante paramos um pouco a ver o mar, e ela não parava de olhar para as dunas. Encostei me a ela por tras, tirei o caralho dos calções e esfreguei me naquele cu, que é muito bom, não tardou que ela o sentisse a crescer. Comentei le estas te a exitar com esses mangalhos todos, ela gozou dizendo são amostras ao pé do teu(18cm), piça pequena não me atrai. Mais há frente vimos um negro bem alto e atlético, de rastas, a encaminhar se para a agua sozinho, de perfil dava para perceber o tamanho enorme da piça. Ela ficou parada no olhar, e na palhaçada apressou o passo, disse vamos ver de perto o pau do preto, nunca vi ao vivo. Estavamos bem em cima quando saiu do mar, a poucos metros. A Elizabeth voltou-se e disse este sim, convencia me! Fiquei meio embasbacado. Ele a nossa frente sorriu, ela não tirava os olhos dele, media o todo, ate revirava a cabeça, e ele disse qualquer coisa que não percebemos. Afastamo nos em silencio, até que ela disparou, se estivesse sozinha ía com ele para as dunas, pensei que brincava.Fiquei supreendido quando passei a mão por dentro da calcinha, e ela estava encharcada, toquei lhe no clitoris e ela teve um orgamos ali mesmo. Continuamos a caminhada havia muita areia pela frente até ao final da praia, que era a nossa meta. Meti me com ela e provoquei, quando fizermos percurso inverso vou te deixar sozinha á frente da toalha dele e vou ao banho, tu vais fazer o quê? perguntei lhe. Resposta rápida se ele vier ter comigo, faço todo o que quiser, desde que tenha camisinha, so de imaginar ainda tenho outro orgasmo . Após essas palavras dei lhe um puxão no braço, virei a para mim e disse vamos voltar para tras, vou fazer a minha parte, quero ver a tua coragem. Parecia tudo a favor não havia ninguem a passaer na area, estava deserto, tirei o calção ela o soutien. Ao longe vimo lo a controlar os nosso movimentos. Beijei a, apalpei a toda e disse lhe para continuar sozinha, demorou um pouco, deixou a bolsa no chão junto ao meu calção, e arrancou e eu dirigi me para dentro agua. Foi de lá que observei a cena, quando ela estava na zona dele, ele levantou-se e foi no sentido dela. Cruzaram se, pararam, estiveram a falar demorou algum tempo, ás tantas ambos olharam para mim ao longe, percebi depois que as mãos comecaram a trabalhar, ele deveria ter convidado a mexer lhe no mangalho, via a sacudir e a rir se muito, ao mesmo tempo ele mexia lhe nas mamas e ria tambem. Não tardou que eles se encaminhassem para a toalha, e desapareceram da minha vista. Fiquei sem saber o que fazer, fiquei com receio do que pudesse acontecer, se bem que a Elizabeth sempre fora muito destemida, sabia se defender. Estava exitado, queria ver, foi uma cena que nunca me tinha passado pela cabeça. Dei um tempo. Num sprint atingi as dunas num local perto donde poderiam estar. Não os via, nem os ouvia, parecia barata tonta, até que ouvi a gemer, ela adora mamar no caralho e gemer ao mesmo tempo. Fui me por de pé por cima deles. Ela abocanhava o todo e ele com os dedos enormes apalpava lhe a cona, ela explorava aquele caralho todo, cuspia lhe com energia, parava para mastrubrar pau, a mão dela perdia se nele, estiveram assim alguns minutos, ambos olhavam para mim de vez em quando. Ele levantou se virou se para mim e perguntou me se podia comer a minha mulher, eu acenei que sim. O caralhão estava bem teso, puxou da camisinha e enfiou ate metade, aquilo media uns 25cm. Agarrou na Elizabeth dobrou a no terreno inclinado, ela ficou com a mãos na areia, e com o rabinho gostoso bem empinado, ele apontou aquilo tudo, e começou a enfia lo lentamente, ela tem uma cona enorme, como lhe costumo dizer de puta, mas não esperava que entrassem os centimetros todos. Enganei me, ele a agarrou pelas ancas e encavou tudo, ela contorceu se mas arrecadou até ao fim. Inicou com pequenas estocadas, ela estava em delirio, gemia baixinho, deixava que ele fizesse tudo, não tinha como defender se daquele corpo enorme sobre ela. Depois penso que fruto da exitação passou a penetrações fortes de tal forma que cairam na toalha, ele nunca parou sempre a dar lhe, ela parecia querer fugir, parecia em dor, mas quando ele abradava ela pedia mais, e ele dava lhe com força na cona. Quando ela se colocou de 4, eu aproximei me, quis ve lo a entrar. Meu caralho estava murcho, passei para a frente dela, olhei a de frente e vi a transfigurada, possuída, e dei lho a boca. Ela concentrou se e mamou como ela faz tão bem, ele já estava cansado e dava lhe devagar, e o meu caralho entesou, foi assim por momentos . Até que o negro apoiou um dos braços no chao e socou a de tal forma que o meu caralho saiu da boca.E ela saltava e gritava, eu de lado vi a o caralhao a entrar e a sair todo e depois a bater bem fundo altura em que gritava, parecia uma cena entre animais. Logo a seguir ele veio se ela veio se. Sem palavras e muito rapidamente reunimos as nossas coisas e afastamo nos, nunca mais voltamos aquelas praias, mas temos falado no assunto, na cama.

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