Na Estrada

A viagem estava cansativa, já estávamos rodando a mais de 4 horas sem parar. Minha linda esposa estava com fome e os dois filhos queriam banheiro. Não gosto de parar nas viagens e ainda faltavam 2 horas para chegarmos a BH. 

Depois de muitas reclamações, parei em um ponto famoso da Fernão Dias, onde se vendem pasteis deliciosos. Recanto das Paineiras. 

Segui com meu filho e a minha esposa com a minha filha para os respectivos banheiros. Coloquei meu filho no banheiro e encostei a porta. Me dirigi ao mictório para dar uma mijada. 

Parei ao lada de um rapaz que já tinha visto a momentos. Ele estava em posição de mijo no mictório ao lado. Estava relaxando para mijar e dando aquela olhadinha característica para o lado me deparo com uma coisa que até me cortou o mijo. O cara tinha uma pica que nunca vi igual. Morena, enorme e grossa. Não estava totalmente dura mas estava bem inchada. Quando digo grossa estou falando grossa mesmo. Nunca tinha visto coisa igual. confesso que não sou de olhar para essas coisas, mas aquilo me tirou literalmente do sério. Era uma coisa sem precedentes. Quando dei por mim, percebi que estava encarando aquilo de modo acintoso. O malando estava apenas fazendo hora com aquilo para fora. Me olhou de modo especulativo. Retomei a consciência, terminei de mijar, lavei as mãos, peguei meu filho e saímos do banheiro. Fomos ao balcão e meio que em estado de transe, pedi um pastel e um suco. Tudo que acontecia ao meu redor passou a ficar meio fora de foco. Não conseguia esquecer aquilo que ví no banheiro. chamei todos para irmos embora e enquanto me dirigia ao caixa olhei em diereção ao banheiro e o malando estava lá a me filmar. 

paguei entramos no carro e liguei. Quando preparava para acelerar, travei. Minha esposa pergunta o que houve. Meio sem saber direito digo que não estou bem. Ela pergunta o que esta acontecendo e digo que acho que preciso voltar ao banheiro. Desligo o carro e digo para me esperarem lá. Saio feito um sonâmbulo do carro e me dirijo de volta ao banheiro. O Cabra e me vê e volta para dentro do banheiro. Minha cabeça esta dando voltas e me vem à lembrança tudo que já fiz e o quie não fiz. Relembro com nitidez de todos os brinquedos que já coloquei no meu cuzinho. Das calcinhas da minha esposa que adoro vestir sempre que posso. Me lembro que nunca experimentei um pau de verdade, me lembro que já coloquei coisas enorme na bunda e relembro aquele cassete grosso, grosso, grosso e grande. Crio coragem e entro no banheiro. Me dirijo a um boxe e começo a abrir minha calça. O safado chega, sem dizer nada, sem me dirigir uma palavra. Se aperta dentro do boxe comigo. eu me sento na tampa do vaso. Ele abre a calça e tira aquele mastro para fora. Com medo e com desejo toco levemente aquela verga. Quente, dura, pulsante. Fecho os olhos pois estou com vergonha de mim mesmo. seguro com mais eficiência aquele pau enorme. Deve ter uns 22 cm e nem sei dizer o quando é grosso. encosto em meu rosto. Sinto o cheiro de pau, sinto o calor, sinto a textura macia da pele. Passo sobre os olhos, pelas faces, encosto em minha boca que esta fechada. vou abrindo ligeiramente a boca e ai do jeito que tanto gosto de fazer com minha esposa, ele me segura na nuca e empurra minha cabeça em seu pau. Ele é preguiçoso como eu. Não gosta de movimentar o pau. Gosta que a boca se movimente sobre o pau. Empurra com delicadeza mas firmemente a minha boca até onde aguento. Engasgo um pouco, ele alivia só um pouquinho e torna e enfiar minha boca no pau. É enorme, grosso e latejante e enche a minha boca de carne. Tento chupa-lo como gosto de ser chupado. Firme, mas sem fazer muita sucção. profundo, mas sem encostar os dentes. seguro as bolas e aperto a base do pau deixando-o ainda mais longo e mais duro. ficamos nisso alguns minutos. Mas eu já estou querendo terminar aquilo. Perdi a noção do tempo e não sei se estou demorando demais. vou chupando o pau inteiro da ponta até a base e vou deixando ele bem lambuzado, já pensando na próxima fase. Ele percebe minha intenção e dá um sorrisinho safado. Ainda continuamos mudos e não trocamos uma palavra sequer. Nun impulso me levanto e me viro de costas para ele. Sem muita pressa ele se afasta um pouquinho. Eu me debruço sobre a caixa de água da descarga e fico na posição preferida, que todo homem gosta. Ele passa as mãos lentamente pela minha bunda. Ela fica arrepiada. segue pelo meu rego que está quente e o cuzinho piscando. O pau dele esta enorme e bem lambuzado. Ele poe maus cuspe nas mãos e passa no meu cú. enfia sem cerimônia um dedo bem fundo. aperto bem os olhos e fico esperando. Sei que darei conta daquilo. Sei mais fricotes ele posiciona aquilo no meu rabo. E de um jeito que eu faria exatamente igual (se estivesse na posição dele), começa e empurrar. fica claro a determinação dele. Vai de modo gradativo e constante, enfiando o pau. Nem de forma bruta nem de forma delicada. Ele vai enfiando firmemente, sem pressa, de modo continuo, dando leves folgada, sem sem recuar o pau. Penso que eu também faria exatamente daquele modo. Involuntariamente eu começo a gemer, numa mistura de tesão e dor (coisa que sinto quando coloco objetos grandes).. Estou adorando a sensação. As mãos dele está em minha ancas me segurando firmemente para que eu não escape, como se eu quisesse escapar !!!!. Quando sinto que falta poucos centímetros para terminar, pois já sinto seus pelos da coxa me roçando a bunda eu dou um pinote para trás e e percebo que já esta tudo em mim. respiro profundamente e ele fica mais fogoso. Começa a bombar bem no fundo. ele tira apenas um pequeno pedaço do pau e torna a arremeter, de modo que a pressão não é na portinha do cú, mas sim lá no fundo. A coisa vai rápida e intensa. Em poucas bombadas eu já sinto que meu pau está duro e logo em seguida gozo sem sequer encostar no meu pau. Dou profundos gemidos e sinto que ele também nao vai demorar. Sinto ele gozar bem no fundo do meu cú. É quase um mijo. sinto ele gozar um litro. Passado alguns segundo ele suspira fundo e sai de dentro de mim,. Pega um papel e se limpa. Eu me sento novamente na tampa do vazo e fico com cara de bobo. 

Sem dizer uma palavra ele faz sinal de que quer uma grana. Com  mãos trêmulas retiro a carteira do bolso.Retiro uma nota de 50,00 e ele dá um resmungo. Olho para ele e vejo que nao esta satisfeito. Abro novamente a carteira e ele avaça e retira uma nota de 100,00. Do mesmo jeito que entrou no boxe ele sai, naturalmente. Fico mais alguns instantes sentado lá. Sinto que ele saiu do banheiro. Rapidamente me limpo, me visto. Lavo as mãos e a boca e saio do banheiro. Vou al balcão e peço uma água. O safado esta comendo um pastel com a cara mais natural do mundo. 

Saio da lanchonete sento no meu carro. sinto a bunda dolorida e explico para a esposa que tive uma diarréia. Ela diz que nao devemos mais parar naquele local. Eu concordo plenamente. 

AINDA BEM QUE TUDO ISSO NAO PASSOU DE UM DEVANEIO !!!!!!!

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