A Cadelinha E Seu Dono

Chamo-me Kassandra e sou cadela e posse do meu único e amado dono. Neste momento que narro este conto estou sentada naquele meu brinquedo, aquele dono que me deixa toda preenchida do jeito que você gosta.

Como combinado estava eu pontualmente as 19 horas em frente a porta da sua casa, vestida apenas com um vestido leve preto e de salto alto. Apertei a campainha um misto de ansiedade e expectativa tomou conta de mim como em toda vez que nos encontramos. Abriu a porta e percebendo que eu estava vestida como ordenado abriu um delicioso sorriso. Cadelinha hoje terá uma noite maravilhosa tenho muitos planos pra você. Seu olhar penetrou em minha alma, um arrepio tomou conta do meu corpo. Nas próximas horas você será minha, só minha. Tudo o que fizer será para mim, fará tudo o que eu mandar da melhor maneira possível, do jeito que você sabe que me da mais prazer, fui claro?

Levou-me ate sua sala e vendou meus olhos: cadelinha agora seu corpo me pertence. Eu sorrio, um misto de tesão e medo toma conta de mim. Tira o meu vestido de pronto e meu corpo branco fica nu a sua frente a mercê das suas vontades. Deita-me de bruços suavemente nos braços do sofá, sinto a maciez do veludo do sofa na minha pele. Ele acaricia suavemente minhas costas, minha bunda. Da um tapa com força na minha bunda e dou um sobressalto: Adoro essa bunda cadelinha, branquinha, ficara linda com as marcas de vara que eu deixarei nelas. A cada varada devera dizer a quem pertence cadela. A primeira varada fez um som cortante no ar e um ardor insuportável na bunda- A quem pertence cadela? A você meu dono.

A segunda varada pegou entre a coxa e o bumbum um misto de dor e tesao cortou meu corpo. A que pertence cadela? A você meu dono.

Quinze varadas foram suficientes para deixar minha bunda branca bastante ardida, mas o tesao que sentia também era incontrolável. Minha vontade era gritar, me coma dono meu, preencha minha bunda com seu pau delicioso. Ele sentiu o quanto estava excitada e perguntou se eu queria algo. Sim meu dono quero permissão pra gozar. Um silencio tomou conta da sala.

Permaneci deitada, bunda pra cima no braço do sofá, o dono passou seus dedos no meu clitóris, uma explosão muito breve de prazer, antes de acariciar minhas coxas distraidamente. A questão toda de implorar ou não implorar de repente não fazia diferença. Estava tão desesperada para gozar que diria qualquer coisa para que ele me deixasse ter um orgasmo. Minhas mãos estavam fechadas em punhos, mordi meu lábio inferior e finalmente, com a garganta seca, consegui dizer: ? Por favor. Seus dedos voltaram para meu clitóris, acariciando gentilmente. Ele estava definitivamente esnobe agora. ? Por favor, o quê cadela? O tom de sua voz foi diferente, mais obscuro, e isso me animou ao mesmo tempo em que me deixou com dúvidas. Beliscou meu mamilo, virando-o com força. Meus olhos se encheram de lágrimas e fiquei sem ar de tanta dor. A voz era de comando, não podia ser desobedecida e me deixou ainda mais molhada, mesmo com o nervoso na barriga. ? Por favor, o quê? Meu cérebro congelou. Não sou uma pessoa que fica sem saber o que dizer, mas não fazia ideia do que devia responder e estava morrendo de medo de ele me entender mal e demorar ainda mais. Ou, pior ainda, parar. No final, apesar de tudo isso, falei todas as variações que pudessem dar certo. ? Por favor, enfie seu pau em mim. Por favor, me toque. Deixe-me gozar, por favor. Por favor. Quando terminei a súplica final, ele começou a me masturbar ? as dedadas fortes e longas que eu tanto queria. Enfiou dois dedos em mim e começou a foder com eles, esfregando mais forte e mais rápido até que não consegui mais conter os berros. Tremi, gemi e gozei, pulsando em seus dedos, mãos arranhando o veludo do sofá com a força do orgasmo. Você é uma putinha que gosta de dor, não é, Kassandra? vi você toda molhada, até nas coxas, aí deu pra saber exatamente o quanto estava gostando. Safadinha. Fiquei sem palavras. Acho que consegui falar um “ah”, mas nada mais. Grudou na minha nuca me ergueu pelos cabelos e me pos de joelhos aos seus pés. Tirou a venda dos meus olhos, ele adora ver a expressão do meu olhar a cada momento. Passou os dedos nos meus cabelos e começou a foder com meu rosto na velocidade que queria, indiferente ao meu couro cabeludo dolorido e à luta para respirar à medida que me impulsionava para a frente e para trás no seu pau. Olhei para ele por entre meus cabelos já selvagens e vi que estava observando com cobiça a mistura entre pureza e devassidão vadia que eu apresentava ajoelhada aos seus pés. Continuou grudado aos meus cabelo e a fuder com minha boca, o chupei profundamente, sem deixar cair uma gota assim que gozou. Me pos de quatro no chão como uma verdadeira cadela, minha bunda ardia por conta das varadas, mas eu continuava excitada tendo a visão do seu pau gostoso rijo bem a altura dos olhos. Ajoelhou se atrás de mim- cadela agora vai ter o que merece; e sem aviso prévio enfiou seu pau com gosto no meu cu, segurando meu quadril para ter certeza que me comeria o mais forte possível, batendo na minha bunda dolorida a cada pressão. Eu não pensava em nada, apenas respondia a você e aos seus comandos. Esticou a mao e começou a me masturbar, gozei abundantemente nas mãos dele no mesmo momento que ele enchia meu cuzinho com sua porra quente. Abro a boca para me desculpar por ter sujado suas mãos com minha porra, mas imediatamente me pega pela nuca e enfia o pau pelo meus lábios, me deixando na luta para recebe ló sem me engasgar. Minha boca começa a trabalhar nele, lambo e chupo com vontade, o enfio inteiro na boca massageando o com a língua, curto o cumprimento, a grossura e percebo sua respiração mudar. Neste momento o foco do meu mundo todo e ele, meu dono, a sua satisfação. Agora neste momento com a bunda dolorida e seu gosto na minha garganta ele e o centro do meu universo. E, como eu amo isso….

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