O início

Orgias 377

Para que vocês leitores entendam os próximos contos que vamos publicar por aqui, é importante saberem como tudo começou. Muitas pessoas nos mandam e-mails dizendo que adorariam ter uma vida aberta como a nossa, e que deve ser muito bom viver dessa maneira. Nos sentimos na obrigação de explicar que nem sempre é fácil, e que no início é preciso muita coragem para optar por esse estilo de vida. Eu conheci minha esposa na adolescência. Como quase sempre, eu ainda era meio bobão, e ela já dava seus pulinhos. Homens demoram mais para amadurecer mesmo. Quando tínhamos perto de 25 anos, ela era noiva e eu vivia trocando de namorada, não queria nada sério. Tínhamos muitos amigos em comum, vivíamos em turma, mas o noivo dela não era dessa galera. Ela tinha ( e ainda tem ) uma bunda de parar o trânsito, e isso não era só eu que achava. Como o noivo era de outra turma, vira e mexe em baladas, passeios ou até viagens ela ficava com algum outro amigo da gente. Nunca tinha ficado comigo, até porque eu normalmente estava com alguma ficante nessas ocasiões. Apesar de eu achá-la um tesão, ela nunca tinha me dado bola e acabamos nos tornando grandes amigos. Uma vez numa viagem que organizamos entre amigos para uma praia, lembro que vi pela janela ela sentando no pau do dono da casa, que era meu amigo. Sei que apesar de noiva, para esse amigo ela deu muitas vezes. Uma outra vez em um sítio fiquei no quarto colado ao dela e a ouvi gemer durante duas noites seguidas, e aí percebi que ela realmente era foda, porque cada noite foi com um cara diferente. Foi nesse sítio que em uma tarde bebendo juntos na piscina começamos a conversar mais e nos aproximamos bastante.

Ela dizia que eu era galinha porque estava sempre com uma menina diferente, e eu dizia que ela não ficava pra trás, porque era noiva e dava pra um monte de outros caras. Foi nesse ponto que percebemos que somos muito parecidos, e que mesmo assim nos gostamos muito. Até aí nada tinha rolado entre nós. Ela sempre nas saídas e viagens acabava dando para esse meu amigo. O tempo foi passando, nos tornamos jovens adultos, todos trabalhando, mas as festas continuavam. Em uma dessas farras acabamos ficando juntos, e a noite acabou em um motel. Transamos a noite toda e só saímos no domingo de manhã. Nessa época ela dividia o apartamento com uma amiga, e eu viajava bastante por causa do meu trabalho. Comecei a dormir quase todas as noites no apartamento delas, e já não sabia exatamente o que estava acontecendo entre a gente. Eu tinha uma chave do apartamento, porque às vezes chegava mais tarde. O que aconteceu logo depois mudou o rumo de tudo. Eu cheguei de viagem numa quinta feira a noite, ia pra minha casa, mas resolvi passar no apartamento dela. Não havia celular na época, e eu não vi necessidade de ligar. Todos os porteiros me conheciam, então entrei direto. Abri a porta devagar, não acendi nenhuma luz, porque já eram umas 10 da noite. Logo que entrei na sala ouvi uns gemidos, comecei a rir baixinho, porque a amiga dela também trazia namorados pra transar de vez em quando. Fui chegando perto dos quartos, e fiquei gelado quando passei na porta do quarto da amiga dela e percebi que os sons não vinham de lá. Me deu uma sensação estranha, que demorei muito pra começar a entender. Instintivamente continuei a andar, bem devagar, e o barulho aumentando.

Já não eram gemidos, eram gritos sufocados por um travesseiro. A porta nem fechada estava. Eu cheguei bem devagar, coloquei a cabeça no espaço aberto da porta e olhei pra dentro. Hoje lembro da cena e adoro a visão,mas no dia fiquei até meio tonto. Ela estava de quatro na cama, com a bunda virada para a porta, e tinha um cara que eu não sabia quem era, comendo o cú dela com toda a força que tinha. Eu nunca tinha nem tentado comer o cuzinho dela, mas podia ver claramente que era isso que ele estava fazendo. Ela pedia pra ele socar com força e ele obedecia. Eu, sem saber o que fazer, voltei devagar para a sala, pensei um pouco e resolvi sair, só que minha mochila ficou em cima do sofá. Peguei meu carro e saí pela cidade. Parei em um bar, tomei todas e nem lembro como cheguei em casa. Acordei como telefone tocando, e ainda sem ter certeza se tinha realmente passado por aquilo ou se tinha sonhado. Atendi, e era ela. Perguntou:- Que horas você passou aqui? Foi agora cedo? Eu disse calmamente:- Não, foi ontem a noite, entrei para te fazer uma surpresa mas tinha um cara comendo o seu rabo na sua cama. Ela ficou calma, só perguntou se eu queria passar lá pra conversar. Marcamos para o dia seguinte, porque era sábado. Fui no horário combinado, ela me recebeu de calcinha como se nada tivesse acontecido. Fomos para o quarto dela, e colocamos as cartas na mesa. Eu disse que não sabia o que estava rolando entre a gente, mas que não esperava aquilo.

Ela disse que também não sabia, mas que precisava me contar uma coisa. Disse que desde os 15 anos, quando tinha começado a transar, não conseguia ficar sem fazer sexo por mais do que dois dias. Teve muitos namorados, traiu todos eles, foi noiva e também deu pra um monte de gente nesse período, e disse que eu deveria me lembrar disso. Disse que o cara da noite anterior era amigo de outro que às vezes ia lá comer a amiga dela, e que acabou rolando. Me contou que já tinham feito sexo os quatro juntos, e que ela tinha transado com os dois caras e com a amiga também. Era muita novidade ao mesmo tempo. Falou que tinha uma preocupação muito grande com isso, porque sabia que nunca iria se acomodar, mas que era mais forte do que ela. Na época ela trabalhava em uma montadora de veículos, e confessou que já tinha dado para mais de dez caras só no trabalho, inclusive para o chefe dela. Eu disse que talvez ela devesse procurar ajuda profissional, e que deveríamos ficar um tempo afastados pra descobrir o que era melhor. Ela se disse triste, porque eu era especial para ela, e ficou claramente mostrando aquela bunda linda de calcinha enfiadinha pra ver se eu mudava de idéia. Eu fui embora e nós ficamos um tempo sem nos falar, mas aquela cena, e os relatos dela sobre os amantes e fodas sem compromisso não saíam da minha cabeça. Na época era comum os homens agirem assim, mas as mulheres eram logo taxadas de putas. O problema é que tínhamos muitos amigos em comum, e as festas logo voltaram a acontecer e nós dois íamos. Estava claro que uma hora íamos ficar juntos de novo. Nessa época já estávamos com 28 anos, as coisas pareciam mais naturais, e em um aniversário na casa de um amigo eu já estava muito bêbado quando ela chegou. Ficamos horas falando besteiras, bebendo e curtindo, até que eu tomei coragem, a levei para um quartinho que tinha lá e perguntei:- Você continua a mesma putinha que dá pra todo mundo? Ela hesitou, achou que eu não ia gostar da resposta, mas disse:-Quer saber?Continuo. Moro sozinha, pago minhas contas e dou pra quem eu quiser. Eu olhei pra cara dela e disse: Quer casar comigo? Esse ano fez dezessete anos que isso aconteceu, e um pouco das nossas aventuras vocês vão passar a seguir através dos nossos relatos…Esperamos que gostem…

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *