Insaci?vel Cachinhos Dourados

Encontrei-a por acaso, num grupo BDSM, apenas curtindo os textos por pura curiosidade, 

embora sentia prazer nas muitas leituras excitantes ali, fazia questão de 

deixar bem claro que era apenas curiosidade, nada mais que isso.

Cliquei em seu nick e vi que era da minha cidade, não exitei em convidá-la

para ser uma amiga e perguntei se curtia contos de bondage e BDSM.

Logo recebi sua mensagem e aceitou meu convite, novamente deixando claro

que seria apenas curiosidade, nada mais, pois é uma mulher casada.

Ficou fascinada por meus contos e puxou conversa sobre eles, dizendo que

ficava molhadinha a cada leitura, não aguentando de prazer, acabava indo ter

um encontro com o chuveirinho.

Pensei comigo mesmo, que mulher quente, interessante… puxei conversa.

Disse-lhe que sou Dominador, que os contos eram reais, vividos e que tinha

os orgasmos da mulher como minha maior fantasia, me divertindo com ela amarrada.

Logo ela começou a falar um pouco de sua vida baunilha, que não estava satisfeita

com o marido, que não conseguia satisfazê-la na cama, e que sempre fingia

ter orgasmos para ele se sentir um homem perfeito, por amor.

E que nas horas de solidão e tesão, buscava nos seus brinquedinhos o seu prazer.

Falou que nunca gozou com um homem, e que seu marido é o único homem de sua vida,

nenhum outro mais a tocou, a não ser apenas beijinhos quando mais nova.

De início, tentei de algumas formas, ajudá-la com idéias, dicas para fazer

com que seu marido possa realizá-la, e foi com minhas dicas, experiências que

ela veio a me conhecer melhor, se interessando em conhecer mais, acabamos

por nós tornar grandes amigos e falando de nossas vidas em particular.

Com os dias, trocávamos conversas picantes, pois ela adora ficar com muito tesão,

me dizendo que ficava molhadinha a cada novo relato que eu lhe contava.

Falava de algumas sessões, das minhas práticas, dos meus brinquedos, dos

orgasmos que proporciono, que são muitos, e intensos.

A cada conversa, ela queria mais e mais, não queria mais que parasse de lhe

contar minhas aventuras e que tinha uma vontade imensa de viver aquilo.

Falei dos orgasmos, que eram intensos, expliquei-lhe como eram e como funcionava,

mas veio a dúvida:

– Isso não existe! Só em filmes e leituras… mas na real, não existe não!!

Expliquei que era possível, até mais intenso que nos filmes e leituras,

expliquei que qualquer homem, que realmente se importasse e buscasse,

chegaria la. Dei-lhe alguns exemplos de como poderiam fazer e embora sentia

quase a verdade, pois excitava-a muito minhas explicações, ainda duvidava.

Queria sentir aquilo, para acreditar, precisava sentir… pois só conseguia

gozar com o chuveirinho ou brinquedos, solitária… queria mais, queria tudo.

Convidei-a para uma sessão, sem cordas, sem amarrações, sem marcas, mas o

medo era maior, mulher de apenas um homem, traição, desconhecido, tudo lhe

atordoava a mente e queria desistir, excluir tudo, sumir, mas o desejo de gozar,

de sentir esses orgasmos, era mais forte… me disse que é uma mulher intensa,

insaciável, que é louca por sexo, que vivia molhada, precisando gozar, e

aparece EU, com toda essa história, a deixando louca, querendo provar tudo isso,

que tava quietinha no cantinho dela, que não incomodava ninguém, rssss

Como alquém pode estar bisbilhotando a “diversão” dos outros e estar quietinha,

sem nada querer?

Os dias passavam, ela mais desejosa ainda, sempre molhadinha e se masturbando muito,

não aguentou mais, não conseguia nem dormir mais direito, resolveu marcar

um encontro, uma sessão, queria gozar, queria orgasmos, não queria saber se eu

teria os meus ou não, que me virasse, queria os dela, saciar sua sede de gozar,

queria ser amarrada, queria tudo, contanto que gozasse muito, mas muito mesmo,

ainda duvidando dos orgasmos mencionados (fortes, intensos e demorados).

Combinamos tudo, planejamos bem, para que pudesse sentir-se bem a vontade, segura,

para a experiência que ia mudar sua vida, transformar.

Chegou o grande dia, se encontramos no local marcado, que mulher mais linda,

exuberante, abri-lhe a porta do meu carro, para que sentasse no banco traseiro,

pois precisava ficar bem escondida, medo de ser descoberta e fomos pro motel.

Conversamoa ainda no carro, onde ela pode sentir-se mais a vontade, com uma conversa

bem sociável e descontraída, logo chegamos ao nosso destino.

Entramos, nós olhamos, abracei-a com força, perguntei se estava tudo bem, disse que sim,

estava pronta, um fato que nunca senti, uma atração fatal por uma mulher, me deixou

um tanto desconsertado, atrapalhado, sem saber por onde começar… ela por sua vez,

não sabia se tirava a roupa, ou esperava meu comando… pedi que ficasse apenas de lingerie

e ficasse de frente para a parede, encostei-a na parede, pedi que abrisse bem as pernas,

cabeça encostada na parede, peguei suas mãos e amarrei para trás, que mulher mais linda, 

gostosa e dominada, mais bela, seguei por trás, agarrando sua cintura, mãos cheia de óleo,

e adentrei sua calcinha, encontrei sua vagina encharcadinha, calcinha toda molhada,

estava no clima, prontinha para gozar, que delícia de mulher.

Afagando seus grandes lábios, massageando-os, ela já gemia alto, contorcia na minha mão,

acariciei seu clitóris, que estava durinho de prazer, segurei-o, apertei, ela gemia

descontrolada, rebolava e se esfregava no meu pênis, na minha calça… dei-lhe um tapa

naquela bunda linda, arrebitada e peguei um pequeno vibrador bullet, e taquei naquela raxa

quente e úmida, fazendo-a gozar de imediato, gemia alto e se contorcia toda.

Peguei-a pelos braços e a fiz sentar no meio das minhas pernas, de costas para mim,

afastei suas pernas, para que ficassem bem abertas, e continuei a masturbá-la com meus 

dedos e bullet até novos orgasmos fruírem, chamando-a de gostosa, vadia no cio, vagabunda, 

ela enlouquecia, gemia mais, se esfregava toda no meu pênis e gozava gostoso.

Disse que tava adorando, precisava daquilo, queria mais, muito mais.

Falei-lhe que aquilo era só uma amostra, pequenos orgasmos, que agora iríamos ver or

grandes, os verdadeiros orgasmos escondidos, intensos.

E amarrei ela na cama, em X, bem aberta, de calcinha ainda, minúscula, estava linda,

um tesão de mulher, embora a vontade louca de cair de boca, chupar aquela fêmea no cio,

todinha, me controlei, coloquei óleo nas minhas mãos, me deitei a seu lado, e fitando seus

olhos, comecei a massagear seu corpo, suas coxas, seios, ventre, umbigo, indo de vez em quando

“passear” minhas mãos na sua vagina melada, por cima da calcinha, fazendo-a delirar de

prazer, estremecia-se toda, gemia alto, seus olhos imploravam para penetrá-la, eu apenas

sorria debochado, minha cara de safado, a deixava mais louca ainda e enfiei meus dedos

para dentro da sua calcinha, massageando seus lábios, clitóris a fiz gozar muito,

ela me olhava de um jeito gostoso, não se continha e gozava de novo, me deu um tesão

dos infernos, falei-lhe no ouvido:

– Sua puta gostosa, preciso te chupar, lamber seu mel!!

Me joguei no meio daquelas coxas maravilhosamente torneadas, e segurando-as fime nos meus braços,

comecei a chupar devagar, sem pressa nenhuma, saboreando cada centímetro daquela fêmea indefesa,

que se contorcia como uma louca, gritava, gemia e se esfregava na minha cara, lambujando tudo

com aquela vagina molhada e como gozava gostoso a vagabunda.

Parei, olhei-a nos olhos, sorri, dei lhe tapas naquela bucetinha latejante, fazendo-a ter choques 

de prazer, queria mais, que menina insaciável, pedia mais, se contorcia toda, peguei

o vibrador dos vibradores, o microfone, encostei na vagina dela, se torceu toda, gritava

de prazer, presa, indefesa, entregue as carícias e prazer, logo gozava de novo, e de novo…

perguntei-lhe se já provou o orgasmo de verdade… ela disse que sim, agora entende como é…

eu falei que não, ainda não sabe, pois não provou… seus olhos arregalaram-se, ficou perplexa,

não? ainda não? como assim? tem mais que isso? Meu Deus!! Quero tudo, manda ver!

Enfiei dois dedos até seu ponto G, enquanto segurava o microfone em cima de seu clitóris,

foi os minutos mais intensos, maravilhosos que uma mulher pode sentir, gritava, se contorcia

feito uma doida, ensandecida pelo prazer, os orgasmos vinham sem parar, mais fortes que os 

primeiros, longos, intensos, quase fazendo-a desfalecer… agora sim, pediu para parar um pouco.

Repeti muitas vezes, ficamos horas ali aproveitando aquele clima gostoso e por fim, selamos

essa sessão, ela sendo fodida gostoso como desejava tanto, sentir o pênis quente comendo-a.

Saiu maravilhada com tudo aquilo, desejando mais, repetir outras vezes… estavamos nós vestindo,

quando ela me olha com uma cara safada, e antes que ela puxe o zíper de sua calça jeans,

se joga na cama e pede mais um orgasmo, faço com parzer, e com o microfone, gozou mais algumas 

vezes e resolvemos ir, para não dar na vista.



by Nando Cordas

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Blumenau SC